O mercado de Software as a Service (SaaS) no Brasil está experimentando um crescimento exponencial, impulsionado pela necessidade das empresas de adotarem soluções tecnológicas eficientes e flexíveis para enfrentar os desafios do ambiente empresarial moderno. No entanto, esse rápido crescimento também tem trazido consigo uma série de desafios, especialmente no que diz respeito ao gerenciamento e controle do que está sendo usado de fato nas empresas.
Nos últimos anos, o Brasil testemunhou um aumento significativo na adoção de soluções SaaS em uma variedade de setores, incluindo finanças, saúde, varejo, educação e muito mais. Empresas de todos os tamanhos estão recorrendo ao SaaS devido aos seus inúmeros benefícios, como custos mais baixos de implementação e manutenção, acesso fácil a atualizações e suporte técnico contínuo.
Além disso, a pandemia de COVID-19 acelerou ainda mais a adoção do SaaS, à medida que as empresas buscavam soluções ágeis e escaláveis para apoiar o trabalho remoto e a continuidade dos negócios.
Com o aumento da adoção de soluções SaaS, surge um desafio significativo para as empresas: o controle e gerenciamento eficaz do que está sendo utilizado em toda a organização. O modelo de autoatendimento do SaaS permite que os funcionários adquiram e implementem aplicativos e serviços de forma rápida e fácil, muitas vezes sem o conhecimento ou aprovação dos departamentos de TI ou de finanças.
Isso resulta em uma proliferação de aplicativos não autorizados ou não monitorados, conhecidos como Shadow IT. O Shadow IT pode levar a uma série de problemas, incluindo:
Despesas Não Planejadas: Com a adoção não supervisionada de aplicativos SaaS, as empresas podem enfrentar despesas não planejadas e não orçadas, resultando em descontrole financeiro.
Riscos de Segurança: O uso não autorizado de aplicativos pode expor a empresa a vulnerabilidades de segurança, violações de dados e ataques cibernéticos.
Duplicação de Ferramentas: Funcionários podem acabar usando múltiplas soluções para realizar tarefas semelhantes, resultando em desperdício de recursos e custos adicionais.
Desafios de Conformidade: A falta de visibilidade e controle sobre os aplicativos utilizados pode levar a violações de regulamentações e políticas internas, resultando em multas e danos à reputação da empresa.
Para lidar eficazmente com os desafios associados à proliferação de aplicativos SaaS não autorizados, as empresas brasileiras podem adotar uma série de estratégias:
Plataformas de Gestão de SaaS: Investir em plataformas de gestão de SaaS que oferecem visibilidade centralizada e controle sobre todos os aplicativos utilizados, permitindo que as empresas identifiquem e gerenciem proativamente o uso não autorizado. A Strimo, uma startup apoiada pelas gigantes Microsoft for Startup Founders, Google e AWS, vem ganhando espaço neste mercado, resolvendo a questão da gestão centralizada, visibilidade de uso e mitigação de riscos das empresas com o crescimento de uso de SaaS. Além disso, os clientes da Strimo relatam economias significativas após o investimento no sistema de gestão de SaaS.
Educação e Treinamento: Fornecer treinamento regular aos funcionários sobre os riscos do Shadow IT e a importância do cumprimento das políticas de TI da empresa.
Avaliação de Necessidades: Realizar avaliações regulares das necessidades de tecnologia dos funcionários para identificar lacunas e garantir que as soluções SaaS adotadas atendam às necessidades da empresa.
Colaboração Interdepartamental: Promover a colaboração entre os departamentos de TI, finanças e negócios para garantir que as decisões relacionadas à aquisição e uso de aplicativos SaaS sejam alinhadas com os objetivos estratégicos da empresa.
Assim, o crescimento do mercado de SaaS no Brasil oferece oportunidades emocionantes para as empresas aumentarem sua eficiência, produtividade e inovação. No entanto, esse crescimento também traz desafios significativos em termos de controle e gerenciamento do que está sendo usado de fato nas organizações. Ao adotar políticas claras, investir em tecnologias de gestão de SaaS oferecidas por empresas especializadas neste assunto, como a Strimo, e promover a colaboração interdepartamental, as empresas podem mitigar os riscos associados à proliferação de aplicativos SaaS não autorizados e garantir um uso eficaz e controlado da tecnologia em toda a organização.